Jael e Jóbson querem voltar

Jóbson e Jael estão sem clube

Tricolores, foi noticiado ontem que os atacantes Jóbson e Jael pediram a nossa direção para voltar a jogar no Bahia. Jael, que acaba de ser dispensado do Sport, nas duas vezes em que passou por aqui foi muito bem,. Nos deu muitas alegrias. Em 2009, chegou em Salvador com o time fazendo uma péssima campanha na Série B e nos ajudou a equipe a não cair para a Série C; em 2010, foi um dos responsáveis por nosso acesso. Saiu daqui no início do ano passado devido a um desentendimento com o braço direito de Paulo Angioni, xxxx, que fez com que o Cruel o agredisse e, por causa disso, foi mandado embora.

Jóbson, que chegou ao Bahia com um histórico terrível de indisciplina, começou muito bem, jogando muita bola, fazendo gol e caindo nas graças da torcida. Depois, passou a chegar atrasado em treinos e cometer outras indisciplinas, acabando por ser dispensado também. Lembro que na época não concordei com a medida da direção, mas agora reconheço que foi um atitude correta do nossos departamento de futebol, afinal este jogador acabou sendo suspenso por dopping e, voltando este ano a jogar, mais uma vez cometeu atos de indisciplina tanto no Botagogo, quanto no Barueri, do qual pediu para ir embora esta semana.

Sem dúvida que eu não gostaria mais de ver Jóbson no Bahia, pois não tenho nenhuma esperança de que este jogador encare mais a profissão com seriedade. Mas, em relação a Jael, eu arriscaria. Seria a hora passar uma esponja na atitude que Cruel teve com o amigo de Angioni e dar nova chance a este grande artilheiro, que se tornou ídolo da torcida. Sem contar que, Jael voltando, ele se remotivaria e poderia reviver os grande momentos que teve aqui. De todas as equipes em que jogou, Jael viveu o melhor momento com a camisa do bahia e eu não tenmho dúvidas de que ele nos ajudaria bastante. Mas nossa direção, inlfeimsnte, descartou essa possibilidade.

Autor do post:
Kleber Leal

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1 Comentário

  • Franco Adailton

    Concordo. Jael tem futebol para ofecer, assim como o próprio Jóbson. A diferença entre o primeiro e o segundo se reflete no comportamento extracampo. Com exceção do episódio da agressão, não se ouve falar mal de Jael por conta da vida particular. Além disso, ele encara o futebol com profissionalismo. Ao contrário de Jóbson, que, por inúmeras vezes, recebeu segundas (terceiras e quartas) oportunidades de se redimir e mostrar o que ele sabe fazer, mas deixou passar. Mostra que não tem consideração nem pela própria mãe, que reza tanto por ele. Jael, sim. Jóbson, não!