Omar, o herói

A atuação de Omar evitou o jogo de volta

Tricolores, mesmo enfrentando um adversário tecnicamente fraco, o Bahia precisou muito da ajuda de Omar para garantir a classificação antecipada na Copa do Brasil, ontem, ao dar 2 a 0 no Maranhão em São Luís. Nosso goleiro reserva, que substituiu Marcelo Lomba, defendeu um pênalti no final da partida, numa cobrança do veterano Jackson, foi importante no nosso primeiro gol, quando repôs a bola e pegou a defesa dadversária desprevenida, e, smepre qu foi exigido, demostrou segurança, provando que Lomba tem que ter muito cuidado para não perder a posição.

O Bahia começou melhor, aproveitando-se da fragilidade do adversário, mas, com laterais presos e meias sem se apresentar tanto pro jogo, praticamente não estava criando nada, pois os dois atacantes ficaram isolados, até que,  numa bola em que Omar repôs rápido para Rosales, o meia argentino lançou Magal, que avançou, deu o drible da vaca no adversário e marcou um golaço. Depois daí, a partida seguiu sem muita alteração. Souza, machucado, deu logo o lugar a Zé Roberto, que acabou perdendo um gol feito, quando recebeu de Obina, entrou na área e chutou para a defesa do goleiro. O time do Maranhão, apesar da marcação frouxa do Bahia, arriscava chutes de longe, sem muito perigo, com exceção de um de Jackson antes do gol do Bahia, que Omar defendeu. No final do primeiro tempo, eles ficaram com um a menos, após uma entrada desleal de um volante em Fahel, que acabou gerando sua expulsão.

Por incrível que pareça, mesmo com um a menos, o Maranhão começou o segundo tempo dando pressão Bahia. Porém, numa escapada do nosso tricolor, Zé Roberto foi travado na área, na hora do chute. Depois, num passe de Rosales, Diones entrou na área e chutou mascado. A bola subiu e acabou ganhando o fundo das redes. Com 2 a 0, o Bahia passou a tocar a bola com muita lentidão e o time de São Luís, gostando do jogo, passou a crescer de produção, arriscando alguns chutes mas sem muito perigo. O Bahia estava sem o apoio dos laterais e as tentativas (desordenadas) de jogadas eram pelo meio. Toró entrou no segundo tempo, porque o time, mesmo com três volantes, estava dando espaços para o adversário, que felimente não tinha tanta qualidade.

Aos 36 minutos, numa bobeira de Fahel,  Zé Maria entrou na área, livre, mas foi derrubado por Titi: pênalti e expulsão do nosso xerife. Jackson bateu, Omar esperou e acabou defendendo, para nosso alívio. Depois daí, tivemos duas chbnces clars de ampliar, uma com Toró, que fez suas estreia, entrando no lugar de Rosales, e outra com Hélder, numa grande jogada de Marquinhos Gabriel.

O resultado foi excelente, pois eliminamos o adversário, sem precisar do jogo de volta. Mas o time do Bahia precisa melhorar muito. Nosso lado defensivo direito, com Neto e Danny Morais, está vivendo um péssimo momento, indicando que Mádson precisa ter uma nova chance. E Lomba também precisa abri o olho porque tem tomados gols que geralmente não toma e Omar sempre joga bem quando entra. No meio, o sistema de criação deixa muito a desejar e, com os atacantes isolados, sem ser abastecidos também pelos laterais, nosso poder ofensivo cai bastante. Fico muito preocupado com o que vai acontecer com  equipe com a chegada de Joel Santana pois é um técnico retranqueiro e que adora escalar vários volantes, um verdadeiro estilo “autoescola”.

 

Autor do post:
Kleber Leal

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