“Do Rebaixamento à Libertadores” – Brasileiro 2010

2010 foi um ano bem atípico na história do Corinthians. Não ganhamos título algum, mas o Corinthinismo foi exacerbado. Comemoramos nosso Centenário e a cidade viu, numa terça feira, uma da festas mais lindas já feitas por aqui. Além da comemoração do “Revellion” no Anhangabaú, a cidade toda e todo canto do Brasil acordamos adversários com vários rojões a meia noite. Foi incrível.

Infelizmente, por um destes destrato da bola, não ganhamos nenhum campeonato, mas nem precisamos. Em 2010 foi o ano de celebrar o Corinthians. E como o Corinthians foi celebrado.
Já “choramos” aqui a eliminação na Libertadores e, pra este post, foi dedicado toda a campanha do Brasileiro 2010. Começamos bem. Pra cima, liderando e quase sem perder. Veio a parada da Copa e o time parou. Logo no regresso, perdemos a invencibilidade pro Altético Goianense.

Mas, logo em seguida, tivemos nossa pior “derrota”. Perdemos nosso comandante. E só perdemos para seleção Nacional. Lá,  Mano Menezes tocaria sua carreira. Uma perda e tanto pro Corinthians.

Adilson Batista assumiu e trouxe uma mala de esperança. Ganhar, não ganhou nada. Mas tinha três anos de Cruzeiro com boas campanhas que o credenciavam. E quando chegou, deixou o time arrasador. Vencíamos, convencíamos e rolou até show em alguns jogos. A felicidade era geral, e o título parecia cada vez mais nas nossas mãos, mas só parecia.


Como algo inimaginável, perdemos o jeito de jogar, perdemos pontos, perdemos a liderança e ai, após 7 jogos sem ganhar, perdemos também o treinador recém chegado. Faltando apenas 5 jogos pro Campeonato terminar o escolhido para assumir foi Tite. Seu Adenor, trouxe desconfiança.

Sem fazer milagres, deixando a liderança escapar na Bahia e com uma força dos paulistas ao vice líder Fluminense, perdemos o campeonato. E num última trágico empate em Goiás, perdemos a vaga direta na Libertadores. Estávamos, entretanto, credenciados para jogar a pré-libertadores.

Sem problemas. Enfrentaríamos o desconhecido e frágil Tolima, da Colômbia, presa fácil para Ronaldo e cia. Ou não…

Autor do post:
Sandro Terranova

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