Perder é do jogo e, as vezes, faz um bem.

Corinthians hoje é, inegavelmente, um dos melhores times do Brasil. Talvez, o melhor. No futebol nem sempre se ganha, às vezes acontecem tropeços turbulentos, derrotas acaloradas de crises. Mas, no mesmo futebol, perder pode significar muito. Às vezes é necessário descer um degrau pra subir o resto da escada. Chavão? Sim, mas é a pura verdade.

Até os 15 minutos do primeiro tempo, o adversário nem viu a cor da bola. Nosso time titular, apenas um reserva em campo, contra um enfraquecido e poupado adversário, mas não deixava de ser clássico e estes reservas sem muito compromisso, jogavam a vida.

Enquanto nossos titulares, depois que viram Guerrero (nosso melhor em campo, até onde pode!) sair manquitolando, decidiram andar e evitar divididas. Afinal foram 6 meses de treino e negação para disputar a competição mais importante da vida deles (jogadores). É controverso, mas eu nunca vou aceitar abrir mão de um campeonato brasileiro, FRACO, para ‘preparação’. Possa ser o Mundial que for nem de perto é o mais importante pro Corinthians, será só mais um. Mas pros responsáveis pela bola e programação…

Dadas as medidas, nossos titulares sabiam que poderiam ganhar quando quisessem.  Mas do outro lado tem gente que quer vencer e tratou de podar nosso salto alto com a prioridade. Direto a olé e tudo. Mais uma vez, saiamos do Pacaembu de cabeça baixa, mas com uma ponte bem iluminada pro futuro.

Nada muda. O time é forte, elenco unido, bases sólidas e outra vez os jogadores perceberam que é necessário “ralar a bunda no chão” para este Corinthians ganhar. Além do que a motivação, as dividas e a vontade também serão diferentes, de jogar um Mundial é uma. Enfrentar um time reserva na última rodada de um campeonato que nunca valeu nada…

Eu confio.

Vaaaaaaaaaaaaaaaaaaai Corinthians!

Autor do post:
Sandro Terranova

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