Ser Corinthians

Ser Corinthians.
Viver e morrer de amor.
Corinthianismo.
Ir além de ser ou não ser o primeiro. Ser Corinthians.
Sofrer todos os dias e dar graças a Deus. Graças a Deus.
Padecer no inferno e no paraíso e no lirismo. No fundo, todo Corinthiano é igual entre seus pares. E completamente ímpar no mundo.
Bendito daqueles que são. E quem não for Corinthiano já sabe… Quem não for Corinthiano vá prá lá mesmo. Ou melhor, continue.
Ser Corinthians é ter o direito absoluto de se sentir ofendido por pouco. É que nada é pouco quando o amor é muito.
Ser Corinthians é comemorar derrota. É ter mais rivais do que a Alemanha na segunda guerra. É ser diferente do óbvio.
Mas nada é mais óbvio que o Corinthiano. O problema é que só um Corinthiano entende o outro. Vai ver não é tão óbvio assim, portanto.
Ser Corinthians em mais um aniversário. É setembro.
Canta, Fiel.
Teu time centenário está aniversariando. Agora são 102 anos sem uma explicação plausível para o Ser Corinthians.
Vai ver porque Ser Corinthians não tem definição. É.
Parabéns para a única torcida do planeta que tem um time. E não o contrário.
Outros: vivam e morram de inveja.
A gente vive e morre de Corinthians.

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Tchelo Rodrigues (@tche_rodrigues) assina a coluna “Glória e paixão” na Geral do Corinthians, todas às sextas-feiras.

Autor do post:
Tchelo Rodrigues

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