Frankenstein Azul

Crédito: Ramon Bitencourt/VIPCOMM

Que Celso Roth ama volantes, todos nós sabemos. Mas custava amar os melhores? Willian Magrão de titular é uma aberração da natureza, assim como o próprio jogador. E as aberrações da natureza que me desculpem.

Semestre passado vimos a duplinha Rudnei-Amaral e quando pensamos que nada poderia ser igual ou pior, Roth nos brinda com Marcelo Oliveira-Willian Magrão. O primeiro corre igual a um condenado e vez ou outra sai DIRBLANDO os adversário mas na hora de dar um passezinho certo, ele faz tudo completamente errado. Mas o segundo é o que mais me “encanta”. Em 26 aninhos de vida (com carinha de 20 e idade mental de 12), nunca vi um sujeito tão desajeitado. É sério. Já vi pessoas desajeitadas mas nenhuma igual ao amigo de Celso Roth. E não à toa, me reservo no direito de apelidá-lo de: Frankenstein Azul.

Em sua primeira atuação com a camisa azul (sem reflexo de luz nas estrelas), já no finalzinho da vitória contra o Figueirense no Independência, Magrão parecia uma “pessoa normal”. Lembro com perfeição de uma arrancada rumo à meta adversária que quase resultou num gol. Ou foi ilusão de ótica ou era sorte de principiante. De lá pra cá, seu futebol foi só descendo a ladeira.

Exageros à parte, o que não dá pra entender muito bem é como a dupla Árias-Lucas nem esquentado o banco tem ultimamente. O time foi mediano na temporada e por mais que Roth considere Árias-Lucas ruins, piores que Oliveira-Magrão eles não são! No final das contas, essas apresentações pouco assombrosas nos dão a certeza absoluta de que no ano que vem, muito monstro vai ter que assombrar em outro lugar.

Autor do post:
Rafaela Araújo

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3 Comentários

  • Wellington Schettini

    Falou tudo corretissimo… ooo nego desajeitado putz… kkkkkk

    • Onofre

      O Árias é melhor que os volantes supracitados, principalmente o Magrão, mas é pior que o Charles e outros. O que quero dizer é que dá pra entender não escalá-lo COMO TITULAR. Já o Lucas Silva, esse, sim, representa um incômodo mistério. Toda a crítica especializada, assim como nós, humildes torcedores, vimos, claro e transparente, um baita volante tão logo o menino entrou em campo – o que não aconteceu, por exemplo, com o tímido Élber. Lucas Silva pegou a camisa com personalidade e não errou. Em sua última apresentação, foi expulso, ou seja, fez o que o Roth gostaria que ele tivesse feito com o Ronaldinho no ex-clássico. Resultado? Sumiu mais uma vez… Vai entender!

      • jansley

        Eu aprovo tudo que tem nesse blog!! Falam o que queremos ouvir (referente a futebol),… prefeitura de BH já!!!
        Vocês são “os caras”
        parabéns!!