Meio cheio. Meio vazio. Copo?! Não, amigo… é o saco mesmo.

...e que não falte Love na vida do Flamengo. Tá osso, malandro.

...e que não falte Love em na vida do Flamengo. Tá osso, malandro.

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Sábado, 19 de maio do ano da graça de 2012. Começou o campeonato mais difícil do mundo (sim, eu acho. e se você me acha maluco por isso, dá 5 passos pra direita e se afasta), o Brasileirão. E apesar da pouca esperança de que nosso treineiro-churrasqueiro enfim arme um time decente com as peças que temos. Que a diretoria crie vergonha na cara (aqui é a utopia em sua escala máxima, se tem alguém esperando isso durante a gestão atual, meus pêsames pois, NÃO vai acontecer) e nossa presidente esqueça um pouco a gana de manter seu cargo público, no qual ela se empenha a fazer menções honrosas para todos os vizinhos e companheiros de sauna do marido tricolor. Estava eu ali, em frente a TV, devidamente uniformizado para nossa estréia, contra a Cachorra de Peruca, o Genérico, o Campeão do Módulo Amarelo de 1987 e o Brasileirão das delegacias de Boa Viagem e na Justiça Comum do Fórum de Joana Bezerra no mesmo ano. Sim, meus amigos. Estou falando do Ixpó, legítimo representante de porra nenhuma do futebol brasileiro.

O Flamengo estava de férias graças a falta de compromisso de seus jogadores, com destaque especial ao Camisa 10 (perdoai, Zico… eles não sabem o que fazem) e, teoricamente, teve praticamente um mês pra ralar a bunda no cimento, na areia e na grama. 30 dias para reaprender os fundamentos básicos do futebol, entre eles o passe curto para o cara que usa a mesma camisa que você e está há 1 metro de distância. 30 dias para os laterais reaprenderem a chegar na linha de fundo e cruzar a bola na área. Enfim, quem teve o desprazer de assistir o jogo, teve a mesma certeza: Os caras ficaram 30 dias de férias, mas só na sacanagem. O único que treinou aparentemente foi o menino Paulo Invictor, sempre muito seguro e principalmente, sem espalmar a bola no pé do adversário. (Porra, Felipe!).

O Ixpó contava com a força da sua torcida, que apesar de vestida da cor do módulo aonde foram campeões junto com o Guarani num passado muito distante, fazia lá seu barulho. Mas só quando o Flamengo não ousava chegar na área. O que só passou acontecer quando Deivid, o Renegado, entrou em campo e passou a cumprir a função de vocês-sabem-quem-eu-estou-falando. O adversário criava chances com certa consistência e o gol até demorou a sair. Fora isso, era tudo na base do legítimo esquema vâmo-lá-porra para ambos os lados. Uma péssima estréia, pois com os outros candidatos ao título Brasileiro disputando a Libertadores, perder 2 pontos para um time que passa um ano sim e o outro também na Série B é sempre um péssimo negócio. Mas, a situação era tão medíocre, tão broxante para quem ficou um mês sem Flamengo na TV que dá até pra bancar a Poliana e dizer que esse pontinho não foi de todo mal.

A caminhada é longa, o time anda ingrato e o melhor a ser feito é seguir no estilo Palhaçadinha Zero tipo Colômbia. Faltam 44 pontos para a primeira meta de qualquer clube que leva sua torcida e sua história a sério: se garantir na Série A em 2013. Aos que sabem que o Flamengo só costuma ser Flamengo quanto tem a Magnética apoiando incondicionalmente, o próximo jogo é em casa contra um time misto do Internacional, sem o seu principal atacante. Fazer o dever de casa é obrigação. U’re ligado, Joel?!

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Uma vez Flamengo. Flamengo até morrer!

Autor do post:
Urubaldo Jr.

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