Oh, não! Carioqueta de novo não!

E aê rubro-negrada bem vestida que fecha com o certo e não sabe o que significa rolar na lama indigna das séries subalternas do futebol brasileiro? Como vai essa força?! Como foram as férias?! Se bem que para muitos elas continuam indo, com essa lua que faz em Guanabara City nesse sábado que marca a volta do Mais Querido do Mundo (só os top five prvf) aos gramados nesse 2013 que promete ser revolucionário, e por isso mesmo, uma dureza que só os que tem culhões e corações fortes deverão suportar.

Como todos sabem, acabou-e a mamata e a gestão anterior foi expulsa de maneira democrática de um solo sagrado aonde aquela patas imundas nunca deveriam sequer ter pisado. Sim, meus amigos, apesar dos três anos de inércia, desmandos e mutretas da Turma do Parquinho, amanhã há de ser outro dia. E como vocês podem ver nos jornais, Les Bleus já estão implementando o emblemático, controverso (para os come-e-dorme, especialmente) e tão esperado profissionalismo que o Flamengo sempre mereceu e nunca teve. O que dizer de um clube que passou os últimos 36 meses sem repassar a grana dos impostos para o pobre coitado do Leão da Receita Federal?!

Não me admira a pindaíba em nossos cofres, afinal, foram pelo menos duas décadas e meia em que nosso amado Mengão vem sofrendo nas mãos das mais variáveis sanguessugas administrativas e caloteiras. E quando vejo nas manchetes de jornal que os caras que apoiei na última eleição estão trabalhando e se mobilizando para que o clube recupere a credibilidade e extinga a fama de mau pagador – perpetuada pela famosa frase do Vampeta -, algo que aparentemente não mete a bola na rede do adversário mas é fundamental, volto a sentir algo que há muito faltava ao falar de Flamengo fora dos campos: orgulho e esperança de dia melhores. Mas isso é assunto para outro dia e, sim, eu voltarei a ele comentando as ações dessa que pode ser a gestão que vai afastar definitivamente o amadorismo de nosso sangue rubro-negro. Acabou chorare e a arco-iris que prepare o lombo.

Hoje começa o Carioqueta 2013, e o que falar de um campeonato com caralhocentos jogos inúteis, com públicos mixurucas – pagar 30 dilmas para ver Flamengo x Quissamã é só para os que não tem o menor apego material – e final previsível? Afinal, não é a toa que temos a hegemonia de títulos e de qualquer outro número positivo nesse outrora simpático, hoje dispensável, campeonato regional. Sinceramente, era melhor ver o filme do Pelé. Porém, estou com tanta saudade do Flamengo, Flamengão, Flamengasso em campo que vai isso mesmo. Vamos de Felipe, Léo Moura, Renato Santos, Frauches e Ramon; Cáceres, Ibson e Rodolfo; Nixon, Rafinha e Hernane e 35 milhões de corações ansiosos pelo futuro brilhante que se anuncia para a Nação Rubro-Negra.

Autor do post:
Urubaldo Jr.

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