Ei, CBFlu, vai tomar no c…

Eu poderia falar sobre a Ponte Preta que como disse Milton Neves saiu do avião de chuteira e jogou muito bem obrigada. Eu poderia falar que a galera jogou bonitinho, que parece que o Guto Ferreira está começando a acertar o time… mas, me desculpem… não vou falar – só –  da Ponte Preta, mas sim do assalto que rolou ontem em São Januário.

Na boa… que porra foi aquela???? O jogo estava indo tudo bem, todo ok… até que o cidadão que se auto intitula – e que a federaçãozinha bosta a que ele responde diz que ele é – árbitro de futebol.

Segundo a Wikipedia:

árbitro (no Brasil também chamado de juiz) é o indivíduo responsável por fazer cumprir as regras, o regulamento e o espírito do jogo ou desporto ao qual estão submetidos e intervir sempre que necessário, no caso quando uma regra é violada ou algo incomum ocorre.

Indo um pouco mais além,  o tal juiz:

juiz (do latim iudex, “juiz”, “aquele que julga”, de ius, “direito”, “lei”, e dicere, “dizer”) é um cidadão investido de autoridade públicacom o poder para exercer a atividade jurisdicional, julgando os conflitos de interesse que são submetidas à sua apreciação. (…)
A figura institucionalizada do juiz tem relação com o nascimento das civilizações: uma vez que conflitos surgem naturalmente, a ideia de um terceiro, tido como neutro, é essencial para constituir uma visão livre de parcialidade.

Sacaram a parte do NEUTRO e LIVRE DE PARCIALIDADE?

Isso posto, alguém pode me explicar que merda foi aquilo que aquele cidadão de amarelo tinha de parcial entre as quatro linhas do gramado? Porque inventar penal, inverter falta, e outras coisinhas mais pode ser considerado tudo, menos IMPARCIALIDADE.

Aí que esse corno, junto de outros dessa mesma máfia, corja, quadrilha, ou seja lá o que for que essa tal CBF nomeia estão fazendo a gentileza de enterrar o que sobrou – ou tenta sobrar – do futebol nacional. Uma máfia do apito, um nojo, um apanhado de regras e de pessoas que fazem toda semana a gentileza de nos tirar do sério com coisas inventadas com o intuito de favorecer um ou outro.

Erros acontecem? Sim acontecem.. inclusive reza a lenda que errar é humano. Mas até que ponto o erro é só erro e quando ele vira filhadaputagem? (assim mesmo, tudo junto)

O tal do “apito amigo”  que há muito já existe e é falado está na verdade uma grande e sem fim palhaçada. E na boa? Não tem a mínima graça. O tal futebol é um jogo, é um lance de tática, técnica, força e talvez até sorte… que é – ou deveria ser- determinado por isso só.. que vença o melhor, o mais preparado, o que mostrou alguma coisa mais ou menos decente em campo. Não o escolhido por uns poucos e que não mereceu o resultado.

A bola da vez nesse campeonatinho de merda é o tal do Fluminense. Um time tão blé, tão inexpressivo que só entrou em voga graças aos investimentos milionários que a Unimed garante e a um titulo brasileiro a não muito tempo atrás. Fora isso… qual o apelo que o time pó de arroz tem? nenhum né? A não ser, claro, o desejo que a CBF tem em colocá-lo entre grandes. Grandes o que? Grandes ladrões? Parabéns… conseguiu.

Tenho NOJO do que o futebol brasileiro está se tornando – se é que já não se tornou. Fomos garfados, assaltados, operados por uma máfia nojenta chamada CBF. O triste, é que não fomos só nós… faz umas sete partidas que esse timeco tricolor de cor de rosa ganha no apito. Demorou para dar um basta nisso.

 

Autor do post:
Natália Jonas

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2 Comentários

  • Breno

    112 anos de história, nenhum título.

    Com toda a sinceridade Natália, na boa, o melhor para a ponte seria fechar as portas.

    • Henrique Badan

      Mas é de babacas como esse Breno que o Brasil não precisa!

      Paixão não se explica, se sente! Se você tem paixão porque seu time é campeão, vai torcer pro Barcelona que vence muito mais. Nós amamos a PONTE PRETA e não os títulos que ela ganha!