O rio que corta a minha aldeia

“O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia, mas o Tejo não é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia porque o Tejo não é o rio que corre pela minha aldeia”. É assim que Alberto Caeiro abre o poema “O Rio da Minha Aldeia”.
O título de campeão paulista da Série A2 é o rio que corta a minha aldeia. Não é o Brasileirão, tampouco tem a pompa de uma Libertadores da América, que são mais importantes, mas aos olhos alheios. Como não são o rio que corta a minha aldeia, também não são mais importantes que a Série A2.
“Toda a gente sabe isso, mas poucos sabem qual é o rio da minha aldeia. E por isso porque pertence a menos gente, é mais livre e maior o rio da minha aldeia”.
Autor do post:
Marcos Teixeira

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