Eta Leão pai d’égua… pra nos matar do coração.

Eu me pergunto todos os dias: “Quando isso vai acabar, meu Deus?”

É, meus caros leitores, a vida não é fácil. Uma das frases mais certas e verdadeiras que já ouvi nessa minha vida futebolística foi que torcedor, se é torcedor, é sofredor, e não interessa que time seja. O Leão faz questão de nos provar isso todos os dias.

Desde um campeonato paraense complicado (como todo ano é), uma perda de título para o Cametá, boatos de compra de vagas, mudança de técnico e dispensas, à derrota para time da segundinha. Normal, tudo normal no futebol, mas bem que o Remo poderia ser um pouco ‘anormal’, assim, só um pouquinho, né? Meu coração, quer dizer, nossos corações agradeceriam.

Confesso que no início do ano eu fiz uma promessa pra mim mesma, ou ao menos tentei, pois não cumpri nada. A promessa de tentar me afastar mais do Remo, de deixar mais essa vida de lado, até a vida de escritora. Quem disse que consegui? Aliás, quem aí já não fez uma promessa desse tipo e não cumpriu nem um segundinho sequer?

É viciante, não tem como se afastar tão fácil. É algo inerente a nós, quem ama de verdade, quem é remista e não torcedor do Clube do Remo nunca consegue cumprir promessa alguma de se afastar, e por mais que queira, sempre há aquele espaço pra encontrar os amigos, pra ler um jornal, pra assistir os melhores lances do jogo no esporte e etc. Ser remista é um estilo de vida, e ai meu Deus, como é bom!

É bom ter sempre um grupo de amigos pra conversar só sobre aquilo, ter histórias pra contar sobre estádio, sobre família, sobre o time, relembrar bons momentos, rir até dos momentos difíceis. É bom ser torcedor, é bom amar o Remo e levar adiante uma história de luta, ainda mais atualmente. Essa geração atual tem tido tantas provas, suportar tudo que o Remo passou e passa nesses últimos anos tem sido a verdadeira prova de fogo pra ver quem é remista de verdade, e acredito veementemente que um dia a recompensa chegará. É preciso ter fé, esperança, porque no dia que não houver, será o fim.

Como diz o Caxiado, “Leãããão, Leãããããooo tu és muito moleque, Leããããoo…”, e tu és muito moleque mesmo, pisa e revira nossos corações, mas eu te digo: Não te largo de jeito nenhum. Um dia vamos rir juntos de todas essas dificuldades, tá? Você e o fenômeno azul todinho. s2

Saudações azulinas!

Autor do post:
Milene Sousa

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