O dia em que o Rei do Futebol se curvou ao artilheiro do Santo André
Texto de Marcelo Alves Bellotti
Estávamos no ano de 1972. O time do Santo André FC preparava-se para o Campeonato Paulista. O jornal da cidade noticiava que dois atletas promissores estavam sendo desprestigiados pelo time andreense e foram cedidos ao Santos Futebol Clube. A manchete era contundente: Santo André está perdendo dois craques: Goes e Tulica.
Os atletas integraram a seleção amadora de Santo André pelo período de 1970 a 1972. Roberto Bonora não poupava elogios aos dois: “O Goes é o típico quarto zagueiro sem imperfeições…” com relação ao Tulica era categórico: “chutes perfeitos com ambos os pés e uma raridade no futebol brasileiro: cabeceia como ninguém.”
Porém, ao contrário do esperado os pais de Tulica e Goes queriam vê-los jogando em Santo André. A briga para a definição do destino dos atletas envolvia os dirigentes José Vicente Guerra, do departamento amador que defendia a ideia de que o time revelasse atletas para o time principal e não para outros times e Paulo Roberto Dias do departamento de futebol profissional, que defendia que os atletas teriam muito poucas chances no time profissional e que deveriam ficar no time santista.
Alheio a isso estava Alberto Soares de Araujo, o Tulica, o maior artilheiro da história do Santo André e certamente um dos maiores jogadores da história do clube. Antes de chegar ao Santos, Tulica jogou no Corinthians de Santo André e na seleção amadora da cidade e procurava um espaço no Santo André Futebol Clube.
Tulica chegou ao Santos através do técnico Formiga, que apresentou o centroavante e o zagueiro Goes a Pepe, técnico do Santos. O centroavante logo passou para o time titular dos juvenis do Santos.
O artilheiro Tulica protagonizou uma façanha nos primeiros treinos no Santos Futebol Clube. No dia 25 de Agosto de 1972, uma sexta-feira, o craque Andreense teve uma oportunidade única: integrou o time dos reservas no treinamento do time santista e marcou os dois gols da vitória contra o time titular. Segundo a descrição do jornal da cidade de Santo André “O seu segundo gol foi tão bem feito que mereceu um presente invejável: o rei Pelé deixou a sua posição e correu para abraçá-lo. Seu rosto tornou-se ligeiramente rubrorizado e a voz embargada murmurou um tímido “obrigado Pelé”…”
Tulica retornou ao Santo André, pois os contratos profissionais não foram efetivados. Melhor para o time Andreense que pode conferir o futebol de um dos maiores craques da história do futebol da cidade.


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viva o nosso inmortal santos fc
cjogando no juvenil do santos nos anoom eterna honja para meu kokoro spirito mente ja vesti a camisa do santos nos anos de 1972 joquei com claudio adao
e o santos ganhara a copa de clubes ai no nihon japao
e viva o nosso imortal santos fc
fui
salvadr
HELLO !!!
NELSON FARIA PIMENTA
O BABA
JOGUEI CO VC NO JUVENIL DO SANTOS F C NOS ANOS DE 1972
MEU E-MAIL E
GOLFE37@HOTMAIL.COM
OR YOUTUBE SAL FERNANDES OR ORIGINAL DRAGON DRIBBLE
EI BABA FUI
WO AI NI MY BROTHER
SAL FERNANDES