A Espanha é o país do momento em todos os esportes do mundo. Se no seu favorito ainda não é, cuidado, eles devem estar por perto. No futebol o caso é ainda mais latente. Com o Barcelona praticamente dono da Europa e a Fúria com os dois principais títulos do mundo, fica difícil negar a soberania dos toureiros.
Enquanto não houver algo realmente efetivo para controlar a emissão/falsificação de carteirinhas ou enquanto o povo não mudar seu pensamento de sempre se dar bem em tudo, sou contra a meia-entrada.
Lendo o jornal London Evening Standard no Metrô e dou de cara com um artigo escrito pelo capitão do Milwall, Paul Robinson, um time do sul de Londres e reconhecido pelas suas características brutalmente, digamos, nacionalistas.
Já vimos os clubes terem total controle sobre a vida (ou até além-vida) dos jogadores. Já vimos a lei Pelé chegar e fazer times construirem seus esquadrões com base no fim do contrato de seus jogadores desejados. Já vimos a Europa levar todo mundo. Vimos levar alguns. Vimos só levar os bons. E agora vemos todo mundo voltar e a Europa não levar mais ninguém.
Pra quem “perdeu” a entrevista de nosso mentor intelectual, Rodrigo Ferreira, diretamente de Londres para a Rádio CBN, eis o que você queria.
Não sei se é uma tendência, se nos anos 80, 70, 60 ou sei lá quantos também se cobrava assim. Mas fato é que o índice de acerto de jogadas assim é infinitamente menor. Tanto que nunca vi sequer um gol sair de uma jogada dessas.
Cheguei a Londres faceiro e certo de que assistiria jogos e mais jogos de futebol. Afinal, com 8 times nas duas principais divisões do país, opção é o que não faltaria. A questão que me ocorreu logo que decidi vir para a Capital do país criador do futebol era: para que time torcer?
Todo ano chega uma fase do Campeonato Brasileiro que os tristões aparecem por aí fazendo cálculos e mais cálculos.
Será em breve lançada uma nova camisa para a Seleção Brasileira. E o melhor, vem sem a tarja no meio do peito. Aleluia! A nova camisa foi revelada hoje pelo O Globo.
Abandonei a maravilhosa cidade de São Paulo (NOT!) e vim parar no outro lado da Linha do Equador. Mais precisamente na também chuvosa Londres. Tempo de estudos, reflexão, novos ares e horizontes.